18/05/2015 10h00 - Atualizado em 28/12/2016 15h53

Ocupação Social chega a Vila Velha

Foto: Thiago Guimarães

Vila Velha é o primeiro município da Grande Vitória a receber a Reunião de Avaliação de Indicadores Sociais e de Segurança Pública, e a ouvir as propostas de políticas públicas do Ocupação Social, em desenvolvimento pelo Governo do Espírito Santo. A cidade também será a primeira a receber as políticas do Ocupação Social. “O prefeito Rodney Miranda pediu e nós vamos começar por Vila Velha”, disse o governador Paulo Hartung, ao encerrar a reunião na tarde desta segunda-feira (18), no auditório do Centro de Capacitação e Complementação (antigo Titanic), na Praça Duque de Caxias.

Mais de 300 pessoas foram à reunião e ouviram do secretário de Estado Extraordinário de Ações Estratégicas, Evaldo Martinelli, quais são os principais objetivos do Ocupação Social. “Hoje, são os jovens que mais morrem em nosso Estado. Sabemos quais são as áreas que concentram o maior número de homicídios e queremos agir em conjunto para mudar essa realidade. É preciso que Estado, prefeitura e sociedade civil se unam e construam um novo começo, onde o espaço público seja, de fato, da comunidade”, defendeu o secretário, que coordena o Ocupação Social junto ao vice-governador César Colnago.

Parceria

Durante a reunião, o secretário ainda pontuou as regiões que, hoje, precisam de ações sociais voltadas à redução da criminalidade. “Nesses locais será fundamental a participação da comunidade na construção do sentimento de cidadania, envolvida em ações que visam inclusão e oportunidades, especialmente em projetos voltados para educação, geração de renda, cultura e esporte”, disse Evaldo Martinelli.

Na abertura do evento, o governador Paulo Hartung destacou que, apesar de ser aberto à população, o encontro é uma reunião técnica de trabalho, que tem como objetivo avaliar os principais indicadores de violência e debater ações integradas que podem ser realizadas pelo Governo do Estado e Prefeituras em parceria com diversos seguimentos da sociedade civil organizada.

“Se olharmos os indicadores de violência contra os jovens e mulheres teremos um enorme painel da realidade desafiadora que temos. Na segurança pública, não existe ação bem sucedida sem a participação do município e da sociedade”, ponderou o governador Paulo Hartung.

Além do governador e do secretário Evaldo Martinelli, estiveram presentes o prefeito de Vila Velha, Rodney Miranda; os secretários de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, André Garcia; de Educação, Haroldo Rocha; de Cultura, João Gualberto; e de Assistência Social e Direitos Humanos, Sueli Vigidal; o comandante da Polícia Militar, coronel Marco Antônio; a chefe da Polícia Civil, Gracimeri Gaviorno; além de secretários municipais, delegados de polícia civil e comandantes de companhias da Polícia Militar.

Indicadores

O secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, André Garcia, repassou para o público presente as estatísticas criminais do município de Vila Velha. "O trabalho da Sesp, por meio das Polícias Civil e Militar, em conjunto com a Prefeitura Municipal, representou uma redução de 21% nos registros de homicídios nos primeiros cinco meses de 2015, em comparação com o ano anterior. Estamos no sexto ano de redução dos indicadores. Com o programa Ocupação Social, vamos continuar nosso esforço e ampliar o atendimento para as comunidades que precisam de mais apoio", destacou. Na parte final do evento, o secretário ouviu alguns pedidos de reforço da ação policial em bairros de Vila Velha e se comprometeu a encontrar soluções para os pedidos populares.

O auditório do Centro de Capacitação e Complementação (antigo Titanic), localizado na Praça Duque de Caxias, ficou lotado. Diversas lideranças comunitárias foram prestigiar a primeira Reunião de Avaliação de Indicadores Sociais e de Segurança Pública realizada na Grande Vitória. Entre as falas, destaque para aos elogios feitos pelas comunidades a ação da Polícia Militar ao criar uma companhia independente na região de Terra Vermelha e, dessa forma, otimizar o trabalho tático e de prevenção no local.

“A comunidade se sente mais protegida ao perceber uma frequência maior de policiamento no local”, disse o pastor Garcia, representando o bairro Jabaeté. Mesma opinião de Robson Amaral, representante comunitário do bairro Interlagos. “A companhia independente trouxe mais atuação da polícia em toda região cinco, de Terra Vermelha e Barra do Jucu até Interlagos e Ponta da Fruta. Agora é avançarmos com uma delegacia para atender as comunidades”, pediu.

Informações à Imprensa

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